A ação proposta hoje (9/12) por membros do Ministério Público é mentirosa e ofensiva não só ao ex-presidente e sua família mas também às Forças Armadas, que conduziram o processo de seleção e definição da compra de novos caças para a Aeronáutica, à presidenta Dilma Rousseff, que governou o Brasil entre 2011 e 2016, ao primeiro-ministro da Suécia, Stefan Lofven, e às empresas também citadas de forma irresponsável pelos promotores.

A delirante denúncia não aponta nenhuma conduta criminosa do ex-presidente ou de qualquer das autoridades citadas, nem diz quem teria, como e quando, supostamente, corrompido membros do Congresso Nacional na tramitação de medidas provisórias. Traz apenas ilações irresponsáveis, pelas quais seus autores ainda serão responsabilizados.

Para sustentar mentiras e denúncias midiáticas com o objetivo político de tirar Lula da disputa eleitoral de 2018, alguns procuradores abdicam do exercício correto de um cargo de alta responsabilidade pela vontade de aparecer e fazer parcerias com grupos de comunicação.

A imprensa brasileira tem feito muito barulho com a versão dos acusadores, mas silencia quando mais de 20 testemunhas de acusação ouvidas na Lava Jato e em audiências em Brasília não confirmam as teses delirantes  e narrativas ficcionais dos promotores. 

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