O ex-presidente Lula já esclareceu, em depoimento à Procuradoria Geral da República, dia 7 de abril, que jamais participou direta ou indiretamente de tentativas de obstrução de Justiça. E a defesa de Lula já contestou no Supremo, em 27 de maio, esse pedido da PGR, que não tem base nem em fato nem na lei. A PGR deveria repudiar mais um vazamento ilegal contra Lula, ocorrido no mesmo dia em que o procurador-geral Rodrigo Janot condenou publicamente esse tipo de crime e negou sua prática na PGR.

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