20 de agosto de 2018

A seca no Nordeste sempre foi uma das principais preocupações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na passagem da Caravana Lula pelo Brasil pela Bahia, Lula disse para milhares de agricultores familiares em Feira de Santana: “Eu sempre falei que a seca no Nordeste era um fenômeno da natureza, já a miséria e a morte por causa da seca era fruto da irresponsabilidade de quem governava esse país”.  Os governos do PT provaram que o semiárido não precisa ser refém da seca.

Durante seu governo, Lula criou o programa de distribuição de cisternas, premiado pela ONU como uma das seis melhores políticas do mundo para combater a seca e a degradação do solo. No total, foram 1,2 milhão de cisternas distribuídas no semiárido, sendo  339.347 só na Bahia.

Dessa forma, comunidades historicamente excluídas passaram a ter água tanto para a alimentação, banho e serviços de casa quanto para o trabalho na lavoura.

Com o corte de 92% no programa promovido pelo governo Temer, hoje, mais de 300 mil famílias do país aguardam na fila de espera pelo equipamento.

Em seu terceiro mandato, Lula voltará a tornar o semiárido e a agricultura familiar focos do governo federal. O Plano Lula de governo traz uma seção inteiramente voltada para viver bem no semiárido, trazendo propostas como a retomada e o fortalecimento das políticas de inclusão produtiva e superação da pobreza, as políticas de enfrentamento à seca e de convivência com o semiárido. Será ainda retomado e ampliado o projeto Água Para Todos, apoiando as iniciativas de autogestão e convivência com o semiárido.