16 de janeiro de 2017

O fundador e presidente do Movimento Slow Food, o italiano Carlo Petrini, visitou o Instituto Lula nesta segunda-feira (16) e se reuniu com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com Luiz Dulci, diretor do Instituto. Lula e Petrini conversaram sobre a necessidade de fortalecer os pequenos produtores e fortificar a agricultura local.

Petrini destacou que um dos objetivos do movimento é fazer com que “a agricultura familiar chegue para o consumidor final e de forma justa”. E lembrou que o governo Lula fez “uma revolução”, quando criou o Programa de Aquisição de Alimentos que prevê a compra de alimentos da agricultura familiar, que hoje está ameaçado pelo atual governo.

O presidente da Associação no Brasil, Georges Schnyder, também acompanhou a reunião.

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O Slow Food é uma associação internacional sem fins lucrativos fundada em 1986. Atualmente, conta com mais de 100.000 membros e tem escritórios na Itália, Alemanha, Suíça, Estados Unidos, França, Japão e Reino Unido, e apoiadores em 150 países. O princípio básico do movimento é o direito ao prazer da alimentação, utilizando produtos artesanais de qualidade especial, produzidos de forma que respeite tanto o meio ambiente quanto as pessoas responsáveis pela produção, os produtores.

Durante os governos de Lula e Dilma Rousseff, a agricultura familiar tornou-se setor estratégico para o desenvolvimento do país. O cenário no campo, que nos governos anteriores era de concentração de terras, dívidas e empobrecimento, mudou radicalmente com a chegada de Lula à Presidência. 

Para saber mais sobre a revolução no campo realizada nos governos de Lula e Dilma, acesse o site do Brasil da Mudança