28 de setembro de 2018
foto: divulgação Celpa

O combate à fome sempre foi uma obsessão para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que, em 2004, criou o Bolsa Família, o maior programa de transferência de renda do mundo. Somente no Pará, foram mais de 1,5 milhão de pessoas que deixaram a extrema pobreza, apenas entre 2011 e 2016. Em abril de 2016, o Bolsa Família atendia mensalmente 915,8 mil famílias paraenses.

O foco no crescimento econômico com inclusão social sempre foi pauta das gestões petistas, quando estiveram à frente da presidência da República. No Pará, a política de geração de emprego criou 554.401 novos postos de trabalho com carteira assinada, entre 2003 e 2016, um aumento de 101,4%, em comparação a 2003.

Com o governo ilegítimo de Temer e do PSDB, hoje, no estado, há 427 mil pessoas desocupadas (11,2%) e 283 mil já perderam a esperança de encontrar emprego (as chamadas desalentadas).

Luz para Todos
Além do Bolsa Família, outros programas propiciaram uma vida melhor para milhares de famílias no estado.

O programa Luz para Todos chegou ao interior do Pará, realizando 385,3 mil ligações em casas, postos de saúde, escolas e departamentos públicos, entre muitos outros. O sonho da casa própria foi realizado por meio do Minha Casa Minha Vida, que entregou, no estado, 142.806 moradias até março de 2016.

Outro importante exemplo de política social é o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), que, somente na safra 2014-2015, firmou 31 mil contratos com produtores paraenses, no valor de R$ 433,7 milhões. Também o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) beneficiou, em 2012, no auge do programa no estado, 2,7 mil agricultores, que forneceram 4,7 mil toneladas de alimentos para 410 entidades.

Depois do golpe de 2016, o cenário mudou completamente. O crescimento econômico do país é quase nulo e os cortes em programas sociais são patentes.

Para reverter isso, Fernando Haddad tem um plano de governo com propostas para um caminho que combina desenvolvimento econômico e social com a retomada de obras paradas, a geração de emprego e o aumento de investimentos em educação. Assim, o Brasil vai sair da crise e vai voltar a ser feliz de novo.