17 de outubro de 2018

Manifesto da Frente Democrática Suprapartidária a favor de pacto nacional liderado pela candidatura de Fernando Haddad e contra Jair Bolsonaro já foi assinado por mais de 220 intelectuais, ex-ministros, escritores e professores universitários. Confira a íntegra do documento:

A Frente Democrática é composta por indivíduos que compartilham de valores democráticos, tem caráter suprapartidário e defende a manutenção dos direitos e das liberdades, bem como do desenvolvimento e do progresso social, econômico, político e ambiental no Brasil. Com base nesses ideais, colocamo-nos a favor de um grande pacto nacional-democrático, liderado pela candidatura de Fernando Haddad, e contra o discurso propagado pelo candidato à presidência da República, Jair Bolsonaro. As ideias por ele defendidas violam os valores da Declaração Universal dos Direitos Humanos e os princípios democráticos garantidos pela Constituição Brasileira de 1988.

Somos contrários à maneira como o candidato oferece respostas simplistas, baseadas em medidas de violência, para resolver problemas complexos. A capacidade política do Brasil precisa ser recuperada e isso só será possível com o aprimoramento das instituições políticas e da participação de todos nessa construção, principal fundamento da democracia. Nenhum partido e nenhuma pessoa pode reivindicar essa tarefa exclusivamente para si.

Somos contrários à disseminação de discursos de ódio por meio da mentira e de falas racistas, homofóbicas e machistas, que incitam seus seguidores a praticar agressões contra minorias e opositores políticos. Questionamos igualmente o modo como coloca os movimentos da sociedade civil como inimigos internos a serem combatidos, sugerindo a eliminação de ativismos de todos os tipos (ambientalistas, identitários e trabalhistas).

Não podemos colocar em risco as conquistas sociais, políticas e econômicas testemunhadas nos últimos trinta anos, a começar pelo fim da inflação crônica, alcançada por meio do Plano Real. O país ganhou respeito mundial por ter sido capaz de promover inclusão mediante estratégia original e criativa de enfrentamento da pobreza. Resultado disso foi a retirada do Brasil, em 2014, do Mapa da Fome, produzido pela FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação). Devemos isso à estruturação de um conjunto de políticas públicas formuladas e implementadas por diferentes gestões do governo federal em parceria com estados, municípios e organizações da sociedade civil.

A despeito dos indicadores positivos em diversas áreas, entendemos que é preciso fazer muito mais do que foi feito. Desigualdades de oportunidades e desigualdades de renda, de gênero, de raça e regionais seguem enormes. Apoiamos a criação de políticas públicas que tenham como objetivo principal a redução dessas diferentes desigualdades presentes no cotidiano da sociedade brasileira. Isso passa pelo investimento maciço em, pelo menos, três áreas fundamentais: infraestrutura e geração de emprego, educação e segurança pública.

Somente uma economia que volte a crescer de forma sustentável e responsável pode gerar empregos de qualidade e distribuir renda, assegurando aos brasileiros o pleno exercício dos direitos garantidos pela Constituição Cidadã de 1988. Entre esses direitos, reputamos fundamentais a continuidade do acesso integral à educação e à saúde públicas, o desenvolvimento científico e tecnológico, a promoção da cultura e a preservação do patrimônio histórico, o incentivo ao esporte, a qualificação permanente da mão de obra e a expansão dos empregos, amparados por um serviço público modernizado, uma gestão pública transparente e mecanismos democráticos de participação cidadã.

Consideramos que a educação deve ser aprimorada, em termos de acesso, investimentos e estrutura. É inegável que a situação da educação do Brasil melhorou nos últimos 24 anos, por meio da ampliação da inclusão escolar e de programas como o Bolsa Escola e o Bolsa Família, da criação do Fundef/Fundeb para financiar a Educação Básica, da maior incorporação de crianças com deficiência e populações indígenas nas escolas públicas e do acesso dos brasileiros à universidade, que dobrou sob a gestão de Fernando Haddad no MEC (Ministério da Educação). Entendemos que os compromissos de sua candidatura nessa área permitirão fortalecer a carreira do magistério, reduzir a violência nas escolas e diminuir a enorme evasão no Ensino Médio. Também permite retomar os investimentos públicos em pesquisas, com o fortalecimento de instituições modernas e universidades que apoiam o desenvolvimento tecnológico, as indústrias e as potencialidades regionais.

Consideramos, por fim, que políticas de segurança pública cidadã, que envolvem medidas como a criação de um Plano Nacional de Redução de Homicídios, o aprimoramento da política de combate ao tráfico de drogas e maiores investimentos na gestão penitenciária, devem sempre ser acompanhadas de medidas transversais nas áreas de saúde pública, educação, inteligência e defesa.

Nada disso será garantido com propostas defendidas por Jair Bolsonaro. Seu programa econômico é vago e sinaliza para a privatização indiscriminada de ativos importantes do Estado brasileiro, sem qualquer fundamentação e sem explicar como fará para gerar empregos e proporcionar inclusão social. Suas propostas para a educação se reduzem ao moralismo ideológico da Escola sem Partido, tornando a escola um espaço autoritário e que afasta os jovens da carreira do magistério, e à precarização do ensino por meio de privatizações do ensino público e da adoção indiscriminada de estruturas de plataformas virtuais, algo sem precedentes entre os países bem-sucedidos em políticas educacionais. Suas propostas para segurança pública, marcadas pela exclusão das minorias, pela ampliação do acesso civil a armas de fogo e pela repressão violenta por parte das autoridades policiais, são a fórmula para aumentar ainda mais os índices de homicídio, a violência cotidiana e o desrespeito de direitos.

Finalmente, não podemos nos esquecer de que nenhuma política será efetiva no longo prazo se o Brasil não mantiver seu compromisso com o meio ambiente e com a transição ecológica rumo a uma economia sustentável. Consideramos absurdas e irresponsáveis as propostas de Jair Bolsonaro sobre a questão ambiental. A saída do Brasil do Acordo de Paris e a extinção do Ministério do Meio Ambiente resultariam na maior devastação de nossas florestas e na progressiva extinção de nossa biodiversidade, um retrocesso que cobrará o preço para a geração dos nossos filhos e netos.

É por tudo isso que acreditamos, apoiamos e defendemos a candidatura de Fernando Haddad. Professor por vocação, gestor público experiente, político sério e homem honesto. Na atual conjuntura, apenas o projeto e o conjunto de propostas que Fernando Haddad lidera pode manter o Brasil dentro das instituições democráticas, garantindo, assim, os direitos e liberdades civis, políticas e sociais, bem como assegurando a paz social e a segurança junto ao progresso, ao crescimento econômico e ao desenvolvimento.

Para assinar este manifesto, acesse: https://secure.avaaz.org/…/Eleitores_do_Brasil_Manifesto_…/…

Assinaturas originais:
Luiz Carlos Bresser-Pereira, professor emérito da FGV. Ex-ministro da Fazenda, da Ciência e Tecnologia, da Reforma do Estado.
Peter Spink, professor titular da FGV-EAESP.
Celso Amorim, embaixador, ex-ministro da Defesa e das Relações Exteriores.
Maria Rita Garcia Loureiro Durand, professora titular da FEA-USP e da FGV-EAESP.
Maria Rita Kehl, psicanalista e membro da Comissão Nacional da Verdade.
Miriam Belchior, engenheira e ex-ministra do Planejamento.
Cláudio Gonçalves Couto, cientista político, professor da FGV-EAESP.
Angela Alonso, professora livre-docente da USP e presidente do Cebrap.
Luiz Gonzaga de Mello Belluzzo, professor titular aposentado da UNICAMP.
Alexandre Padilha, médico infectologista e ex-ministro da Saúde.
Fernando Luiz Abrucio, cientista político, professor da FGV-EAESP.
Fábio Konder Comparato, professor emérito da FDUSP.
Walnice Nogueira Galvão, professora emérita FFLCH-USP.
Silvio Luiz de Almeida, advogado, professor da FGV-EAESP e presidente do Instituto Luiz Gama.
Argelina Cheibub Figueiredo, professora do IESP-UERJ e pesquisadora CEBRAP.
Maria Hermínia Tavares de Almeida, cientista política, ex-diretora do IRI-USP e pesquisadora Cebrap.
Joan Subirats, professor da Universitat Autònoma de Barcelona.
Marilena de Souza Chaui, professora emérita da FFLCH-USP.
Fernando Limongi, professor da FGV-EESP e pesquisador Cebrap.
Milton Hatoum, escritor.
Ricard Gomà, professor titular da Universitat Autònoma de Barcelona.
Marta Arretche, diretora do Centro de Estudos da Metrópole e professora titular da FFLCH-USP.
Ladislau Dowbor, economista, professor da PUC-SP.
Ana de Hollanda, cantora, compositora e ex-ministra da Cultura.
Marta Ferreira Santos Farah, professora titular da FGV-EAESP.
Quim Brugué, professor da Universitat de Girona.
Conrado Hübner Mendes, professor de Direito Constitucional da FDUSP.
Rosa Maria Vieira, professora da PUC-SP e da FGV-EAESP.
Raquel Rolnik, professora titular FAUUSP.
Arthur Chioro, médico sanitarista e ex-ministro da Saúde.
Nelson Henrique Barbosa Filho, ex-ministro do Planejamento e da Fazenda, professor titular da Escola de Políticas Públicas e Governo, FGV-DF.
Isleide Arruda Fontenelle, professora titular da FGV-EAESP.

Ady P. Carrera-Hernández, Instituto Politécnico Nacional/México.
Alexandre Abdal, professor da FGV-EAESP e pesquisador do Cebrap.
Alexandre de Freitas Barbosa, professor de Economia e História do IEB/USP.
Alexandre Handfas, graduando em Administração Pública na FGV-EAESP.
Alexandre Oviedo Gonçalves, Cebrap e doutorando pelo Programa de Pó-Graduação em Ciências Sociais da Unicamp.
Álvaro Escrivão Junior, professor da FGV-EAESP.
Ana Carolina Andrada, FFLCH-USP e Cebrap.
Ana Carolina Jacob Manzoli, professora FGV-EAESP.
Ana Catarina Seron, graduanda em Administração de Empresas na FGV-EAESP.
Ana Clara M. Agostinetti, graduanda em Administração Pública na FGV-EAESP.
Ana Helena Lopes dos Santos, doutoranda em Administração Pública e Governo na FGV-EAESP.
Ana Paula Galdeano, Cebrap.
André Cavaller Guzzi, professor da FGV.
André Pereira de Carvalho, professor e pesquisador da FGV-EAESP.
André Vereta-Nahoum, professor de Sociologia da FFLCH-USP e pesquisador do Cebrap.
Andréa Freitas, professor do IFHC-Unicamp e pesquisadora Cebrap.
Andrea Junqueira, Texas A&M University e Cebrap.
Andreza Davidian, Cebrap.
Antonio França Pinto Nascimento, graduando em Administração Pública na FGV-EAESP e em Ciências Sociais na FFLCH-USP.
Antonio Sánchez, Universidad de Guadalajara.
Antonio Sérgio Alfredo Guimarães, USP e UFBA.
Aramis Luis Silva, Unifesp Baixada Santista e Cebrap.
Arilson Favareto, professor da UFABC e pesquisador do Cebrap.
Arthur Bueno, Universidade de Erfurt e Cebrap.
Arthur Fisch, doutorando em Administração Pública e Governo na FGV-EAESP.
Augusto de Arruda Botelho, advogado.
Barbara de Almeida Cardoso, graduanda em Administração Pública na FGV-EAESP.
Beatriz Bohmer Oliani, graduanda em Administração Pública na FGV-EAESP.
Beatriz Goldenstein Schainberg, graduanda em Administração Pública na FGV-EAESP.
Beatriz Martins Ferreira Ramos, graduanda em Administração Pública na FGV-EAESP.
Beny Engelberg, graduando em Administração Pública na FGV-EAESP.
Bianca Barroso Barp, graduanda em Administração Pública na FGV-EAESP.
Bianca Tavolari, Cebrap.
Bruna Ferreira Lucena, graduanda em Administração Pública na FGV-EAESP.
Bruna R. Andrade, graduanda em Administração Pública na FGV-EAESP e em Ciências Sociais pela FFLCH-USP.
Bruno Grisotto Vello, pesquisador do Centro de Estudos da Metrópole e do Cebrap.
Caio M. M. Pereira, graduando em Direito (EDESP-FGV).
Carlos Alberto Garcia Gonzalez, Universad Javeriana/Colômbia.
Carlos Eduardo Pereira Siqueira, professor do Departamento de Direito da Universidade Federal de Sergipe.
Carlos Fabian Pressaco, Universidad Alberto Hurtado/Chile.
Carlos Roberto Garcia Miranda Negri, graduando em Direito EDESP-FGV.
Carlos Torres Freire, Cebrap.
Carmen Navarro, Universidad Autónoma de Madrid.
Carolina Requena, DCP/FFLCH-USP e CEM.
Catarina Helena Cortada Barbieri, professora FGV Direito SP.
Christopher Loureiro Kapáz, graduando em Administração Pública na FGV-EAESP.
Cristina Tauaf Ribeiro, doutoranda em Administração Pública e Governo na FGV-EAESP.
Daniel Andrade, professor da FGV-EAESP.
Daniel De Lucca, UNILAB e Cebrap.
Daniela Camargo Figueiredo Silva, MPGPP da FGV-EAESP.
Daniela Costanzo de Assis Pereira, FFLCH-USP e Cebrap.
Diogo R. Coutinho, professor associado da FDUSP.
Eduardo José Grin, professor e pesquisador da FGV.
Eduardo Marques, DCP/USP, CEM e Cebrap.
Enzo Completa, Universidad Nacional de Cuyo/Argentina.
Everton Marques Cruz, graduando em Administração Pública na FGV-EAESP.
Fábio Henrique Bittes Terra, professor da UFABC.
Fernanda Gama, graduanda em Administração Pública na FGV-EAESP.
Fernanda Graziella Cardoso, professora da UFABC.
Fernanda Lima e Silva, doutorando em Administração Pública e Governo na FGV-EAESP.
Fernando Burgos, professor e pesquisador da FGV-EAESP.
Fernando Costa Mattos, UFABC/CEBRAP.
Fernando Falbel, graduando em direito pela PUC-SP e em Administração Pública pela FGV-EAESP.
Fernando Sancovsky, graduando em Administração Pública na FGV-EAESP.
Fillipe Maciel Euclydes, doutorando em Administração Pública e Governo FGV/EAESP.
Flávio Marques Prol, advogado e pesquisador no Cebrap.
Francisco Fonseca, professor de Ciência Política na FGV-EAESP.
Gabriel Mantelli, advogado e mestrando na FGV-EDESP.
Gabriela Fernandes, graduanda em Administração Pública pela FGV-EAESP.
Gabriela Leal, GEAC-USP e Cebrap.
Gabriela Lotta, professora e pesquisadora FGV-EAESP.
Giordano Morangueira Magri, advogado e mestrando em Administração Pública e Governo na FGV-EAESP.
Giovana Cavalca M. Reis, graduanda em Direito na FGV-EDESP.
Graziela Castello, Cebrap.
Guilherme Ferreira Vasconcelos, graduando em Administração Pública na FGV-EAESP.
Guilherme Magacho, PhD – Univ. Cambridge, Professor Visitante da UFABC e Pesquisador da FGV.
Guilherme Mazzeo do Nascimento, graduando em Administração Pública na FGV-EAESP.
Guilherme Stolle Paixão Casarões, professor na FGV-EAESP.
Iagê Zendron Miola, Unifesp e Cebrap.
Iane M. da Silva Pessôa, graduanda em Administração Pública na FGV-EAESP.
Igor Baran, graduando em Administração Pública na FGV-EAESP.
Isabel Jeha B. de Azevedo, graduanda em Administração Pública na FGV-EAESP.
Isabela Ceccarelli, graduanda em Direito FGV-EDESP.
Isabela Leiva Costa, graduanda em Administração Pública FGV-EAESP e em Psicologia pela PUC-SP.
Isabella A. Rozzino, bacharel em Administração Pública pela FGV-EAESP.
Isabella de O. Monteiro, graduanda em Administração Pública na FGV-EAESP.
Isis Belucci Gomes, bacharel em Relações Internacionais pela USP e graduanda em Administração Pública na FGV-EAESP.
Ivan Osmo Mardegan, doutorando Administração Pública e governo na FGV-EAESP.
Jacqueline Moraes Teixeira, professora do Departamento de Filosofia da Educação e Ciências da Faculdade de Educação da USP, pesquisadora do Cebrap e do LabNau.
Javier Garcia Estevez, Universidad de los Andes.
João Akio Ribeiro Yamaguchi, mestrando em Administração Pública e Governo na FGV-EAESP.
João Paschoal Pedote, graduando em Administração Pública na FGV-EAESP.
Jonas Tomazi Bicev, sociólogo, doutorando no PPGS-USP.
José Rodrigo Rodriguez, professor da UNISINOS e Cebrap.
José Szwako, professor do IESP-UERJ.
Joyce Luz, doutoranda em Ciência Política – USP e Pesquisadora do Cebrap.
Juliana Farah, psicanalista.
Juliana Pacetta Ruiz, mestranda em Administração Pública e Governo na FGV-EAESP.
Juliana Arida, graduanda em Administração Pública na FGV-EAESP.
Juliana Reimberg, graduanda em Administração Pública na FGV-EAESP.
Júlio César R. Toledo, graduando em Administração de Empresas na FGV-EAESP.
Kelly Almeida, Cebrap.
Laís Menegon Youssef, bacharel em Administração Pública na FGV-EAESP, graduanda e pesquisadora em Direito na FGV-EDESP.
Laisa Moura de Oliveira, graduanda em Direito na FGV-EDESP.
Laize Sampaio, engenheira ambiental, USP.
Lara J. Cerqueira Romualdo, graduanda em Administração Pública na FGV-EAESP.
Lara Mesquita, cientista política, professora da FGV e pesquisadora da Cebrap.
Lara Simielli, professora e pesquisadora da FGV-EAESP.
Laura Angélica M. Silva, doutoranda em Administração Pública e Governo na FGV-EAESP.
Laura Mastroianni Kirsztajn, graduanda em Direito FGV-EDESP.
Laura Trajber Waisbich – Universidade de Cambridge, Articulação SUL e Cebrap.
Letícia Vilar, graduanda em Administração Pública na FGV-EAESP.
Ligia Maria de Jesus Cestari Zagato, doutoranda em Administração Pública e Governo na FGV-EAESP.
Lizandra Serafim, UFPB e Cebrap.
Luas Tozelli, graduando em administração pública pela FGV-EAESP.
Lucas Oliveira Tibau, graduando em administração pública FGV-EAESP.
Lucas Petroni, Cebrap.
Luciana Andressa Martins de Souza, Professora do Departamento de Ciências Sociais da UFES e pesquisadora do NDAC do Cebrap.
Luciana Gross Cunha, Professora da FGV Direito SP.
Luciane Scarato, historiadora, pesquisadora do Cebrap.
Luis Gustavo P. Fakhouri, graduando em Administração Pública na FGV-EAESP.
Luis Paulo Bresciani, professor da FGV-EAESP e da USCS.
Luísa Ferrari Schalch, graduanda em Administração Pública na FGV-EAESP.
Luísa Hernandes de Moura, graduanda em Administração Pública na FGV-EAESP.
Luiza Balieiro Stievano, graduanda em Administração Pública na FGV-EAESP.
Luiza Brunetti Silva Jardim, bacharela em Administração Pública FGV-EAESP.
Lupicinio Iñíguez Rueda, professor da Universitat Autònoma de Barcelona.
Maíra Rocha Machado, Professora FGV Direito SP.
Maira Rodrigues, pesquisadora do NDAC-Cebrap.
Marcela Alonso Ferreira, mestranda em Gestão e Políticas Públicas FGV-EAESP.
Marcela Garcia Corrêa, graduanda em Administração FGV-EAESP e em História pela FFLCH-USP.
Marcelo A. Marques, bacharel em Relações Internacionais pela PUC-SP, graduando em Administração Pública e pesquisador na FGV-EAESP.
Marcelo Galletti Ferretti, professor da FGV-EAESP.
Márcia Lima, Professora do Departamento de Sociologia – FFLCH-USP.
Márcio Macedo, professor da FGV/EAESP e Sociology PhD candidate da New School for Social Research.
Marga León, professora da Universitat Autònoma de Barcelona.
Maria Alexandra Cunha, professora e pesquisadora FGV-EAESP.
Maria Carolina Vasconcelos Oliveira – pesquisadora – Cebrap.
Maria Cecília de Araujo Asperti, professora da FGV DIREITO SP.
Maria Clara Nogueira Cruz, graduanda em Administração Pública FGV-EAESP.
Maria Marta de Castro Silveira Pinto – graduanda em Administração Pública FGV-EAESP.
Mariana Leite Fernandes da Silva, graduanda em Administração Pública FGV-EAESP.
Mariana Nicolletti, doutoranda em Administração Pública e Governo FGV-EAESP.
Marias Cristina Pompa, EFLCH-UNIFESP.
Marina Ganzarolli, FDUSP e Cebrap.
Marta Machado, professora da FGV Direito SP e pesquisadora do CEBRAP.
Martín Freigedo, Universidad de la República/Uruguay.
Matheus Faria de Sousa, graduando em Direito FGV-EDESP.
Matias Falcone, graduando em Direito FGV-EDESP.
Maurício Fiore, Cebrap.
Maurício Takuya Itagaki, graduando em Administração Pública FGV-EAESP.
Maya Constance Manzi Delaporte, Mecila (Maria Sibylla Merian Centre Conviviality-Inequality in Latin America).
Melvina Araújo, Unifesp e Cebrap.
Miqueli Michetti, socióloga e professora da UFPB.
Monika Dowbor, Cebrap.
Morgana Martins Krieger, doutoranda em Administração Pública e Governo na FGV-EAESP.
Natasha Borali, doutoranda em Administração Público e Governo no FGV-EAESP.
Nathalie A. Bressiani, UFABC e Cebrap.
Nicole de Sousa, graduanda em Administração Pública na FGV-EAESP.
Olivia Costa Lima Laban – graduanda em Administração Pública na FGV-EAESP.
Patricia Teixeira Santos, Universidade Federal de São Paulo.
Paulo Artur Malvasi, FCM Santa Casa de São Paulo e Cebrap.
Paulo Hubert, pesquisador de pós-doutorado da Escola Politécnica-USP.
Pedro Alaminos Gonçalves, graduando em Direito na FGV-EDESP.
Pedro Henrique Salgado Vidal, graduando em Administração de Empresas na FGV-EAESP.
Pedro Inglez Mazzarella, graduando em Administração Pública na FGV-EAESP.
Pedro Puntoni, professor da FFLCH-USP e pesquisador do Cebrap.
Pedro Vianna Godinho Peria, graduando em Administração Pública na FGV-EAESP.
Rafael de Souza, Cebrap.
Rafael Gebrim Doria, graduando em administração de empresas na FGV-EAESP.
Raquel Sobral Nonato, doutoranda em Administração Pública e Governo na FGV-EAESP.
Renata Bichir, professora EACH-USP e pesquisadora do Centro de Estudos da Metrópole.
Renata Greco Alfieri, graduanda em administração pública na FGV-EAESP.
Ricardo Crissiuma, Filosofia – UFRGS.
Rita Grandinetti, Universidad Nacional de Rosário.
Rúrion Melo, professor da FFLCH-USP e pesquisador Cebrap.
Sonia Maria dos Reis, Secretária, República do Livro.
Tamara Ilinsky Crantschaninov, doutora em Administração Pública e Governo na FGV- EAESP.
Tatiana dos Santos Nogueira, graduanda em Administração Pública na FGV-EAESP.
Telma Hoyler, pesquisadora do Centro de Estudos da Metrópole (CEM/Cebrap) e doutoranda em Ciência Política (DCP/USP).
Thais Cardoso, graduanda em Direito na FGV-EDESP.
Thaís Mayumi Nagura, graduanda em Direito na FGV-EDESP.
Thales Henrique Teixeira Vieira, graduando em Administração Pública FGV-EAESP.
Thaynah Gutierrez Gomes, graduanda em Administração Pública na FGV-EAESP.
Thiago de Souza Amparo, professor na FGV DIREITO-SP.
Thiago R. Carmo Silva, graduando em Administração de Empresas na FGV-EAESP.
Tiago Corbisier Matheus, professor na FGV-EAESP.
Tiago Nogueira Hyra e Chagas Rodrigues, pesquisador do Cebrap.
Victor Callil – Cebrap.
Victor Coutinho Ramalho, graduando em Direito FGV – EDESP.
Victoria Durello, graduanda em Administração Pública FGV – EAESP.
Vitor Orquiza de Carvalho, professor da FGV-EAESP.