24 de agosto de 2018

Entre 2003 e 2016, foram criados 381.900 postos formais de trabalho no Maranhão, o que representou um crescimento de 115% do total de vagas. Ou seja: o número total de vagas criadas é maior do que o total de vagas de trabalho com carteira assinada que existiam no estado em 2003.

Não é à toa que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera com folga a corrida presidencial no estado do Maranhão. Pesquisa Datafolha mostrou recentemente que o candidato do PT tem 67% das intenções de voto válidos, mais que o dobro de todos os adversários somados.

Dois anos após o golpe que afastou a presidenta Dilma Rousseff do Palácio do Planalto, as perdas sociais e econômicas são evidentes em todo o país. Um levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que a “reforma” trabalhista promovida pelo governo Temer/PSDB não surtiu efeito em termos de geração de emprego. Pelo contrário: foram 59 mil pessoas desempregadas a mais no Maranhão entre o 4º trimestre de 2017 e o 1º trimestre de 2018. No total, o número de desempregados no estado chegou a 418 mil pessoas no período.

Vale destacar que durante os governos do PT foram criados 20 milhões de empregos formais no Brasil sem que houvesse a necessidade de se retirar um único direito do trabalhador. Por isso, para voltar a esse cenário de desenvolvimento, Lula assume em seu Plano de Governo o compromisso de criar um Plano Emergencial de Emprego, visando elevar a renda, ampliar o crédito e, assim, gerar novas oportunidades de trabalho.