30 de setembro de 2018

Durante o debate na Rede Record, neste domingo (30/9), o candidato Fernando Haddad foi perguntado sobre sua proposta apresentada no plano de governo sobre soberania nacional e popular na refundação democrática do brasil.

Haddad explicou que nossa constituição tem mais de 100 emendas constitucionais e é necessário criar condições para termos uma constituição mais moderna e mais enxuta, onde, por exemplo, se coloque regras para o sistema bancário e sistema previdenciária. Isso pode ser feito “se o Congresso decidir convocar uma Assembleia Constituinte”.

O candidato da coligação o “O povo feliz de novo” enfatizou que é um democrata e que seu compromisso com a democracia não é de hoje. “Eu repudio todos os governos autoritários de esquerda ou de direita”.

Haddad foi enfático: “para mim tudo se resolve pelo voto e pela soberania popular, inclusive quem vai ser o novo presidente da República”.

Plano de governo


O golpe aprofundou a crise de representação política e agravou o desequilíbrio no sistema de pesos e contrapesos das instituições republicanas. A refundação democrática liderada pela COLIGAÇÃO O POVO FELIZ DE NOVO implicará mudanças estruturais do Estado e da sociedade para restabelecer o equilíbrio entre os Poderes da República e assegurar a retomada do desenvolvimento, a garantia de direitos e as transformações necessárias ao país.

Para assegurar as conquistas democráticas inscritas na Constituição de 1988, as reformas estruturais indicadas neste Plano e a reforma das Instituições, é necessário um novo Processo Constituinte. Para tanto, construiremos as condições de sustentação social para a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte, livre, democrática, soberana e unicameral, eleita para este fim nos moldes da reforma política que preconizamos. Nosso governo participará logo após a posse da elaboração de um amplo roteiro de debates sobre os grandes temas nacionais e sobre o formato da Constituinte.