01 de outubro de 2018
Foto: Ricardo Stuckert

Nesta segunda-feira (1/10), Fernando Haddad, o candidato de Lula, está em Curitiba para visitar o ex-presidente e participar de caminhada e ato no Sindicato dos Metalúrgicos.

O Paraná, com quase 500 quilômetros de fronteira com a Argentina e o Paraguai, merece atenção especial no controle de fronteiras e na atuação da polícia federal no combate ao tráfico de drogas, de pessoas e contrabando. Por isso, o Estado do sul do país é um dos pontos estratégicos para qualquer governo que pense na modernização do sistema institucional de segurança.

No plano de governo de Fernando Haddad, o candidato do Lula, o monitoramento de nossas fronteiras é um dos eixos da política de segurança pública, ao lado de um sistema de inteligência fundado em alta tecnologia e qualificação dos profissionais de segurança.

Diz o plano de governo:
Em paralelo, o governo federal deve assumir suas responsabilidades no enfrentamento da criminalidade que, tendo origem transnacional, afeta a segurança dos estados e dos municípios. Isso permitirá experiência inovadora de atuação da Polícia Federal no ciclo completo na cadeia do crime. A PF já atua na cooperação internacional, no controle de fronteiras e armas, e na repressão interestadual, o que a habilita a atuar no enfrentamento do crime organizado, do financiamento associado, em todas as modalidades criminosas de grande vulto que incidem sobre os centros urbanos, mas cujas dinâmicas extrapolam seus limites. Para o candidato da coligação “O povo feliz de novo”, a capacidade de apuração de crimes e, portanto, de redução de impunidade, está diretamente ligada ao sucesso de uma Política Nacional de Redução de Homicídios.

Na nova política de segurança que será implementada por Haddad, o governo federal deve assumir suas responsabilidades no enfrentamento da criminalidade, uma vez que, tendo origem transnacional, afeta a segurança dos estados e dos municípios.

De acordo com o plano de governo, essa mudança permitirá que a Polícia Federal atue no ciclo completo na cadeia do crime. A PF já atua na cooperação internacional, no controle de fronteiras e armas, e na repressão interestadual, o que a habilita a atuar no enfrentamento do crime organizado, do financiamento associado, em todas as modalidades criminosas de grande vulto que incidem sobre os centros urbanos, mas cujas dinâmicas extrapolam seus limites.