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Um dia para celebrar a luta por igualdade das mulheres afro-latino-americanas

Dia 25 de julho é comemorado o Dia Internacional da Mulher Negra Latinoamericana e Caribenha. A data foi celebrada pela primeira vez em 1992, durante o I Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-caribenhas, em Santo Domingos, na República Dominicana.

Para dialogar contra a opressão de gênero e racial, este dia se tornou um marco internacional que destaca a luta da mulher afro-latinoamericana e caribenha contra o sexismo e o racismo presentes no cotidiano de muitas mulheres negras.

No Brasil, este dia é comemorado em muitos estados e tem como objetivo fortalecer, ampliar e dar visibilidade à luta das mulheres negras brasileiras, a valorização de sua identidade, além de discutir estratégias e temáticas para o enfrentamento ao preconceito e as demais iniquidades sociais e raciais.

Em Brasília, de 22 a 26 de julho, será realizado a 8º edição do Festival Latinidades. Considerado o maior festival das mulheres negras afro-latinas, em 2013, o evento  contou com a participação do ex-presidente Lula em um debate sobre políticas públicas. Na edição de 2015, o evento traz produtoras, roteiristas, atrizes, editoras, dubladoras, câmera-woman para um debate sobre o protagonismo e a representação da mulher negra no cinema brasileiro.

Para mais informações, acesse o http://www.afrolatinas.com.br/ e veja a programação completa do evento.

Em São Paulo, no dia 26 de julho, às 14h, a Marcha Nacional das Mulheres Negras, organiza no Parque da Juventude, na zona norte da cidade, o evento “Domingo no Parque”, para discutir com mulheres negras de todas as idades sobre a representatividade da mulher negra na sociedade brasileira. A Marcha também organizará eventos no Rio de Janeiro, na Paraíba, em Alagoas, acesse o site: http://www.marchadasmulheresnegras.com/#!blogger/cm6r e saiba a programação completa em todos os estados.

O Instituto Lula enaltece a história e a trajetória dessas mulheres que, sejam elas famosas ou anônimas, são exemplos para todos os brasileiros.

Veja abaixo os depoimentos da ministra da Secretaria da Promoção da Igualdade Racial, Nilma Limo Gomes, da Deputada Federal, Benedita da Silva, da professora da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) e ex-ministra, Matilde Ribeiro, e das jovens vozes Gabriela Vallim e Renata Prado, articuladoras do Festival 15Contra16 e Maria Carolina Farnezi Dutra, do Núcleo Impulsor do Estado de São Paulo da Marcha Nacional de Mulheres Negras que, em suas diversas áreas de atuação, são importantes representantes das mulheres afro-brasileiras.

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