15 de março de 2022

Um ano depois de o Supremo Tribunal Federal (STF) anular todas as ações penais contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em trâmite na 13ª Vara Federal de Curitiba (PR) relacionadas à Operação Lava Jato, vale lembrar as circunstâncias que levaram o ex-presidente à prisão, reafirmar sua inocência e entender o porquê de parte da elite brasileira querer desacreditar o líder petista, que deixou a Presidência da República em janeiro de 2011, depois de executar a maior política de inclusão social da história do Brasil, em dois mandatos, entre 2003 e 2010.

Todo o histórico viciado, e tocado por um juiz que condenou sem provas e movido por interesses políticos, pode ser conferido no Memorial da Verdade, publicação do Partido dos Trabalhadores, disponível em versão livro e em quadrinhos no site do PT e que detalha como Lula provou sua inocência em todas as acusações contra ele. Como diz a presidenta nacional do PT, Gleisi Hoffmann, no texto de apresentação do Memorial, Lula foi perseguido, preso e cassado, sem ter cometido crime nenhum.

Em uma das acusações mais simbólicas, o caso do Tríplex do Guarujá, por exemplo, a defesa do ex-presidente provou que era tudo mentira: Lula nunca foi dono, nunca recebeu nem foi beneficiado pelo apartamento que pertencia à OAS. Da mesma forma, o ex-presidente foi inocentado em cada uma das ações movidas contra ele com acusações estapafúrdias montadas para tentar manchar a imagem daquele que deixou o governo com 87% de aprovação, recorde na história do país.

Um dos capítulos do Memorial da Verdade esclarece porque prenderam e tentaram destruir Lula, o melhor presidente da história do Brasil. E o ponto de partida é justamente a contrariedade de poderosos com o projeto democrático de transformação do Brasil que Lula liderou e que resultou no mais estável período de crescimento econômico e na mais ampla inclusão social de todos os tempos.

Com o governo de Lula, a parcela mais pobre da população, historicamente esquecida, teve ascensão social, por causa do crescimento da economia e da geração de 20 milhões de empregos formais. Um universo imenso de brasileiros passou a ter acesso a comida, saúde e educação, da creche ao ensino superior.

Como registrado no Memorial, o Brasil estava crescendo, competindo e incomodando. Por causa disso, interesse poderosos atuaram não apenas contra o projeto de transformação, mas para destruir completamente seu líder para que o povo e o país não levantassem a cabeça nunca mais.

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