13 de setembro de 2018

A perseguição jurídica implacável contra Lula o impediu de ser candidato e decidiu impedir que ele vote também, um direito básico de qualquer cidadão. Porém, não conseguirão calar Lula nas mentes e nos corações do povo. Milhões de brasileiros votarão por Lula em Fernando Haddad para presidente e Manuela D’Ávila vice.

Há mais de cinco meses, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é mantido preso político, condenado sem haver cometido nenhum crime, em um processo sem provas. No entanto, ninguém pode prender ideias. As ideias de Lula estão livres, na cabeça do povo brasileiro. A perseguição jurídica sofrida por Lula contrariou a determinação da ONU e privou o povo de seu direito de votar livremente, impedindo que o ex-presidente fosse candidato, mesmo que ele fosse o líder absoluto em todas as pesquisas de intenção de voto. Talvez a perseguição jurídica esteja em curso justamente por isso.

A Justiça também negou a Lula o direito de votar, direito básico de todo cidadão brasileiro. Alega-se que questões burocráticas impediriam o registro do voto do ex-presidente: seriam necessários vinte eleitores, no mínimo, para enviar uma urna eletrônica à sede da Polícia Federal, em Curitiba. Na prática, são retirados de Lula seus direitos políticos antes de sentença transitada em julgado, ferindo a legislação.

Como disse em sua Carta ao Povo Brasileiro, Lula foi incluído artificialmente na Lei da Ficha Limpa para ser arrancado da disputa eleitoral. Apesar disso, o ex-presidente jamais trocaria sua dignidade por sua liberdade, e jamais deixará que aprisionem o futuro do Brasil. Por isso, Lula substituiu sua candidatura pela de Fernando Haddad, seu ministro da Educação e leal porta-voz.

Se querem calar nossa voz e derrotar nosso projeto para o País, estão muito enganados. Nós continuamos vivos, no coração e na memória do povo. E o nosso nome agora é Haddad.

Se Lula está impedido injustamente de votar e de ser votado, vote por Lula. Seremos milhões de Lulas apertando 13 no dia 7 de outubro e elegendo Fernando Haddad para presidente do Brasil.