25 de agosto de 2021

O Brasil já viveu anos de fartura e esperança com os governos democráticos e populares do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do PT. Aquele país do futuro finalmente alcançou o presente. Chegamos ao patamar de sexta economia do mundo, saímos do Mapa da Fome, éramos uma nação respeitada por investir no nosso povo.

Quando assumiu o governo, em 2003, Lula colocou o povo pobre no orçamento e, a partir daí, conduziu uma verdadeira revolução neste país. Foram 36 milhões de brasileiros foram da extrema pobreza com o Bolsa Família; 1,3 milhões de cisternas para 5 milhões de famílias do semiárido; milhares de toneladas comercializadas de alimentos da agricultura familiar; inclusão dos jovens nas universidades, luta pela igualdade racial e de gênero; programas de incentivo ao esporte e à ciência. O Brasil chegou muito longe e teria avançado muito mais não fosse o golpe dado contra a presidenta Dilma Rousseff em 2016.

Fomos da mesa cheia à cova rasa. Vivemos desde então um cenário de terra arrasada que vem se aprofundando e piorando a cada dia. Hoje o Brasil enfrenta várias crises simultâneas: a pandemia do coronavírus, uma economia em queda e um presidente genocida totalmente em desalinho com as necessidades de seu povo.

Bolsonaro descontinuou as políticas de distribuição de renda sem colocar nada no lugar, teve uma estratégia criminosa em relação ao coronavírus, colocou o Brasil como pária do mundo e afundou a economia nacional. Hoje, quase 50 milhões de brasileiros passam fome ou não comem o suficiente e mais de 27 milhões voltaram a viver na pobreza. Além disso, choramos mais de 570 mil mortos por puro descaso e incompetência. Saudade do tempo em que este país era feliz e sabia.