30 de agosto de 2018

De 2013 a 2016, os governos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da presidenta eleita Dilma Rousseff possibilitaram a criação, no Paraná, de 1.273.078 postos de trabalho com carteira assinada, um aumento de mais de 70% das vagas existentes.

No primeiro trimestre de 2018, quatro em cada dez paranaenses estão desocupados ou fora da força de trabalho no Brasil pós-golpe. O número divulgado pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) revela que, no Paraná, dos 3,92 milhões de desocupados (pessoas sem trabalho, mas que estão procurando emprego e prontos para assumir uma vaga), 126 mil pessoas estão buscando emprego há mais de dois anos. Além disso, 93 mil pessoas já perderam as esperanças e desistiram de procurar trabalho. É a maior taxa da série histórica iniciada em 2012.

Esse é o retrato das políticas neoliberais de Michel Temer e do PSDB. A Reforma Trabalhista, implementada por Temer com apoio do PSDB, gerou desemprego e precarizou as relações de trabalho, totalmente o contrário do que foi divulgado para conseguir sua aprovação.

Para tanto desalento, só mesmo Lula e seu Plano de Governo. Contra o golpe no trabalhador, uma nova estratégia para o desenvolvimento nacional, com geração de empregos, ampliação de crédito e retomada do desenvolvimento econômico. O Plano Emergencial de Empregos irá retomar obras paradas em todo o país e fortalecerá a Petrobras, criando emprego e gerando renda, além de ampliar o crédito, apoiar o empreendedorismo e fortalecer a economia solidária.

Por isso, a nova gestão de Lula vai revogar as políticas espúrias que o governo golpista implantou. A começar pela EC-95, que congela investimentos em educação e saúde por vinte anos, e pela Reforma Trabalhista.