17 de maio de 2022

Não é só o casamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com a socióloga Rosângela da Silva que dá liga por aí. Lula, um homem apaixonada por Janja, casa com democracia, com geração de emprego, com comida na mesa, com desenvolvimento, com, crescimento econômico, com respeito, com inclusão social, como já provaram os 8 anos de mandato do ex-presidente, que deixou o governo com aprovação recorde de 87% da população. Lula casa com o povo e casa com o Brasil em um pacto de amor, que vai vencer o ódio.

Durante os governos democráticos e populares de Lula e Dilma, o Brasil deixou de ser o eterno “país do futuro” para finalmente viver um presente de bonanças, de conquistas. Um presente de esperança e dignidade, com comida na mesa, inclusão social, acesso ao ensino superior e aos bens de consumo. Um país em que o filho da empregada finalmente pôde virar doutor.

Lula casa com crescimento econômico

Na era Lula, vivemos um momento de crescimento econômico até então inédito no país. Quando o ex-presidente assumiu, éramos a 13ª economia do mundo. Lula não só alçou o Brasil ao sétimo lugar no ranking (em 2011, durante o governo Dilma, o Brasil chegou à posição de 6ª maior economia no mundo) como pagou a dívida brasileira com o Fundo Monetário Internacional livrando o país das exigências do FMI. Em 2009, pela primeira vez na história, o Brasil emprestou dinheiro ao Fundo: US$ 10 bilhões para ajudar países emergentes em meio à crise internacional. Em 2012, novo empréstimo de US$ 10 bilhões, agora para a zona do euro – com uma exigência: participação mais efetiva dos países em desenvolvimento nas decisões do Fundo.

Lula casa com geração de empregos

Além disso, o ex-presidente foi responsável por criar 15 milhões de empregos formais. De 2003 a 2010, foram criados 14.725.039 empregos, mais do que a soma dos governos Sarney, Collor e Itamar juntos. Nos 15 anos anteriores, essa soma é de apenas 10,4 milhões. Quando deixou a presidência, em 2010, a taxa de desemprego no Brasil era de 6,7%, a menor em 8 anos. Entre 2003 e 2015, foram criados 22 milhões de empregos formais, com carteira assinada e direitos trabalhistas. Lula também foi responsável pela política de valorização do salário mínimo.

Lula casa com inclusão social

Lula promoveu algo inédito na história do Brasil: crescimento econômico com inclusão social. A disparidade na distribuição de renda no país caiu de forma ininterrupta entre 2002 e 2015, voltando a crescer a partir de 2016 (não por coincidência, ano do golpe contra Dilma Rousseff). O índice de Gini, que mede o nível de desigualdade social, recuou de 0,583 para 0,547 no Brasil entre 2002 e 2017. Quanto mais perto de 1, mais desigual é um país.

Lula foi o presidente que possibilitou a ascensão de 32 milhões de brasileiros para a classe C. Pessoas que viviam na pobreza finalmente melhoraram de vida e em 2008, pela primeira vez, mais da metade da população do Brasil estava na classe média.

Essa mobilidade social só foi possível com o investimento em políticas públicas e com a noção de que era preciso, como Lula sempre diz, colocar a população mais pobre no Orçamento. Programas como o de cisternas, Luz para Todos, Brasil Sorridente, Minha Casa Minha Vida e Bolsa Família resgataram a dignidade do povo brasileiro, que vivia castigado há séculos pelo descaso.

 O programa de cisternas, que levou água de beber a 1,5 milhão de casas e escolas de 2003 a 2015; o Luz Para Todos, que levou energia elétrica pela primeira vez, a 3,3 milhões de famílias e o Brasil Sorridente, que beneficiou 83 milhões de pessoas com tratamento dentário, de 2004 a 2015.

Com o Minha Casa Minha Vida, milhões de famílias de baixa renda realizaram o sonho da casa própria. E o Bolsa Família, que tirou o Brasil do Mapa da Fome da ONU, em 2014, pela primeira vez na história, se tornou o maior programa de transferência de renda do mundo.

Lula elevou a imagem do Brasil internacionalmente. Nos tornamos destaque pela revolução social que acontecia por aqui, mas também pelos ótimos números da economia, pela preocupação com questões climáticas e a queda do desmatamento e por feitos inéditos, como a descoberta do pré-sal. Até hoje, Lula é aclamado por líderes mundiais, como Barack Obama. Por aqui, ele terminou o segundo mandato com 87% de aprovação, mais um recorde histórico.

Lula mostrou que é possível escrever uma história diferente para o Brasil, pautada no amor e no compromisso com o povo. Lula casa com um Brasil de todos e todas.

Lula casa com Janja

E, no dia 18 de maio de 2022, Lula, um homem apaixonado de 76 anos, se casará com Janja. O presente de casamento da noiva para o noivo deixa entrever a potência de uma mulher, militante desde os 18 anos de idade, que acredita no futuro que a gente lembra.

Janja deu de presente a Lula uma nova versão da música Lula lá, jingle da campanha de 1989, que encerra em si um mundo de esperanças. Veja o clipe:

Participaram do clipe os músicos e artistas Chico César, Daniel Ganjaman, Duda Beat, Elson Teixeira, Francis Hime, OliviaHime, Mateo Piracés-Ugarte, Flor Gil, a banda Gilsons, Lenine, Luciana Worms, Maria Rita, Martinho da Vila, Mart’nália, Pabllo Vittar, Odair José, Otto, Lavínia Alves, Rogéria Holtz, Russo Passapusso, Teresa Cristina e Zélia Duncan.