11 de agosto de 2018

Neste sábado, 11/08, é celebrado o Dia do Estudante. Lula é reconhecido internacionalmente como o presidente que mais promoveu políticas públicas voltadas para a educação e para os estudantes. Desde o golpe de 2016, o investimento em educação vem sofrendo cortes progressivos. Nos últimos meses, grupos de jovens estudantes e professores de diversas universidades organizaram e realizaram atos em defesa do ex-presidente Lula, pedindo justiça e por sua liberdade.

O Dia do Estudante começou em 1927 com uma homenagem aos cem anos da criação dos dois primeiros cursos superiores de ciências jurídicas e sociais no Brasil, autorizados por Dom Pedro I. Dez anos depois, em 1937, foi criada a UNE (União Nacional dos Estudantes) que passou a representar os estudantes de diversas categorias e se posicionou frente aos principais assuntos nacionais, participando de movimentos importantes no país, como a defesa do petróleo, a luta contra a ditadura militar que tomou o poder em 1964, as “Diretas Já” e os “Caras Pintadas”. Em 2002, os estudantes apoiaram a candidatura do presidente Lula e, durante sua gestão, a UNE passou a defender a reforma universitária e a permanência dos jovens brasileiros no ensino superior.

Em 2005, Lula sancionou a Lei do Programa Universidade para Todos (ProUni), concedendo bolsas de estudo integral de ensino superior a alunos vindos do ensino público e bolsa parcial aos que estudaram em escola particular. Durante seu governo, Lula ampliou o ensino universitário federal criando 14 novas universidades federais no país, incluindo regiões menos favorecidas no Brasil. No governo Dilma foram criadas mais 4 universidades públicas, totalizando 18 nos governos do PT.

No atual Plano de Governo de Lula, os investimentos e políticas públicas na área da educação voltarão a ser relevantes, desde a creche até a pós-graduação. Lula dará prioridade para o Ensino Médio e em suas diretrizes consta a forte atuação na formação de educadores no Ensino Básico, na reformulação do Ensino Médio e na expansão da educação integral. Quanto aos ensinos técnico e profissionalizante, será retomada a expansão de matrículas no ensino superior e nos ensinos técnico e profissional. O Programa Ensino Médio Federal promoverá maior integração entre a Rede Federal de Educação e a Educação Básica e fortalecerá os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, entre outras medidas.