13 de agosto de 2021

Na manhã desta sexta (13), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva concedeu entrevista para a Rádio CBN de Santa Catarina. Em conversa com os jornalistas Anderson Silva, Dagmara Spautz e Eveline Poncio, Lula falou sobre a falta de governo do Brasil, sobre a gestão genocida de Bolsonaro na pandemia, a volta da fome e a velha política praticada pelo atual presidente. Lula lembrou das políticas econômicas (como a criação do Simples) e de combate à corrupção e promoção da transparência implementadas pelos governos do PT.

“O Brasil precisa de um presidente com vocação humanista, que use a palavra paz, que fale em concórdia e não em discórdia, que fale em democracia e não em ditadura”, disse Lula. O ex-presidente lembrou que o Brasil já foi uma liderança em questões internacionais e hoje temos um presidente que não é recebido em nenhum lugar.

Lula afirmou que a verdadeira polarização é entre a democracia e o fascismo. Entre um governo que afirma que universidades devem ser para poucos e quem acredita que “esse país só terá solução quando educação não for gasto, for investimento”. Lula lembrou das diversas escolas técnicas e campus de universidades construídos durante seu governo em Santa Catarina, parte da revolução que os governos do PT promoveram na educação.

“Quando nós governamos, o pobre virou solução”, disse Lula. Ele afirmou que a solução para o Brasil é incluir o pobre no orçamento da União e incluir o rico no imposto de renda, para diminuir a desigualdade e promover distribuição de renda.

Lula falou sobre a política de transparência e de combate à corrupção implementada pelos governos do PT, completamente abandonadas por Bolsonaro, que encobre seus filhos e comparsas.

Lula lembrou que teve aprovação recorde ao fim de seu mandato, com 87% de bom ou ótimo. E reiterou que “esse país pode ser reconstruído, pensando no povo. Nós vamos consertar esse país. Esse país pode e tem direito de ser um país grande economicamente e do ponto de vista social”.

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