17 de setembro de 2018
foto - Ricardo Stuckert

Quando a Caravana Lula pelo Brasil esteve em Santa Catarina, em março deste ano, o ex-presidente falou aos pequenos agricultores e trabalhadores da Cooperoeste, em São Miguel do Oeste: “quando vejo uma cooperativa dessas, dá para acreditar que é possível criar outras cooperativas. O Brasil é o pequeno proprietário com três hectares de terra que sustenta sua família e produz 70% do que a gente come”, finalizou Lula.

Essa sua mensagem representa o respeito que os governos do PT sempre tiveram com os agricultores familiares e que, em Santa Catarina, foram protagonistas de uma importante política para o campo que mudou suas vidas.

Um dos exemplos foi o Pronaf – Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar –  que somente na safra 2014-2015 firmou 118,5 mil contratos com produtores catarinenses, no valor de R$ 2,7 bilhões. Também o Programa de Aquisição de Alimentos – PAA – beneficiou, em 2012, no auge do programa no estado, 11,4 mil agricultores, que forneceram 24,7 mil toneladas de alimentos para 1,3 mil entidades.

A política para o campo também fez grandes investimentos em equipamentos para estradas vicinais, entregando 807 retroescavadeiras, motoniveladoras e caminhões caçamba para 269 dos 295 municípios do estado.

O programa Luz para Todos também chegou ao interior de Santa Catarina, realizando 41,8 mil ligações em casas, postos de saúde, escolas e departamentos públicos, entre muitos outros.

Políticas sociais
Durante os governos do PT, 124,6 mil famílias catarinenses eram atendidas mensalmente pelo Bolsa Família. O Minha Casa Minha Vida entregou, no estado, 251.253 mil moradias até março de 2016 e contratou outras 58.485, totalizando 309,7 mil habitações.

A geração de empregos foi outra importante política dos governos petistas em Santa Catarina . Entre 2003 e 2016, foram criados 988,1 mil empregos com carteira assinada, uma variação de 79,9% na comparação com 2003.

Com Fernando Haddad à frente do Ministério da Educação, foi criada a UFFS – Universidade Federal da Fronteira Sul – e cinco novos câmpus universitários, além da expansão e interiorização dos ensinos técnico e profissionalizante, possibilitando mais desenvolvimento social e econômico do estado. Só em Santa Catarina, foram inauguradas por Lula e Haddad 17 novas escolas técnicas.

As matrículas em cursos superiores no estado mais que duplicaram: de 153,2 mil em 2002 para 328,7 mil em 2015. E no ensino técnico, o Pronatec realizou 394,9 mil matrículas.

Os governos do PT também investiram em obras de drenagem para controle de enchentes nos municípios da região, construindo barragens de contenção de cheias no Oeste (Taió-SC) e Sul (Ituporanga-SC) e dragagem do rio Itajaí; além de outras obras nos municípios Balneário Camboriú, Balneário Piçarras, Blumenau e Navegantes.

Depois do golpe de 2016, o cenário mudou completamente no país. Políticas públicas, programas sociais e investimentos foram interrompidos e deram lugar ao desemprego e ao desalento, que voltaram a fazer parte da realidade brasileira.

Por isso, Fernando Haddad tem um plano de governo com propostas para retomar o caminho que combina desenvolvimento econômico e social, com retomada de obras paradas e geração de emprego e renda.