O gestão do presidente Lula no atual mandato retomou o crescimento da economia, controlou o aumento do gasto primário, investiu na indústria, na micro e pequena empresa e na logística do país. A inflação baixa e a estabilidade de preços se firmaram como pressupostos fundamentais. O crescimento da renda do trabalhador acima do custo de vida promove justiça social e reduz concentração de renda. O Programa de Governo da candidatura Lula/Alckmin, entregue ao TSE nesta sexta-feira (07/08), reafirma as diretrizes que vem dando resultados e propõe ações que farão do Brasil uma nação ainda mais desenvolvida.
» Íntegra do documento com as 13 diretriz
Onde estamos
- PIB: crescimento médio próximo a 3% ao ano, recolocando o Brasil no grupo das 10 maiores economias do mundo
- Inflação: menor índice acumulado de um mandato presidencial na história do país (média anual de 4,6%)
- Indústria: o Brasil foi a 6ª economia que mais expandiu a indústria entre os países do G20 (3,2% acumulados entre 2023 e 2025)
- Novo PAC: movimentará R$ 1,3 trilhão até o fim de 2026, registrando recordes de aplicação em infraestrutura de R$ 280 bilhões em 2025 e estimativa de R$ 300 bilhões para 2026
- Plano Mais Produção (P+P) da Nova Indústria Brasil (NIB): R$ 860 bilhões em recursos disponíveis de 2023 a 2026
- Sustentabilidade: Captação de R$ 27 bilhões nas primeiras emissões na história do país de títulos públicos vinculados a projetos sustentáveis, com relevante aderência internacional
- Eco Invest Brasil (instrumento inovador destinado à mobilização de investimentos privados para a transformação ecológica): 4 leilões e mais de R$ 141 bilhões mobilizados
- Concessões de rodovias: quatro vezes mais leilões em relação ao governo anterior e 46% de todas as concessões rodoviárias já realizadas no país
- Pequenos Negócios: R$ 130 bilhões mobilizados entre Pronampe (1,6 milhão de operações) e o Procred 360 (211 mil operações)
- Novo Desenrola: 219 mil operações para renegociação de dívidas
- Turismo: recorde de turistas estrangeiros e de gasto desses turistas (U$ 10,4 bilhões)
Para onde vamos
- Elevar a taxa de investimento da economia, em áreas como infraestrutura logística, para dar mais competitividade à produção nacional
- Elevar o investimento em infraestrutura social, para aprimorar os serviços e os cuidados básicos prestados à população
- Seguir incentivando os investimentos privados na indústria, com foco em inovação e em setores portadores de futuro, para que o Brasil avance posições na corrida tecnológica global
- Induzir o aumento da produtividade e o adensamento produtivo, contribuindo para o crescimento sustentável da economia, com postos de trabalho de qualidade
- Criar condições para uma redução sustentada das taxas de juros, com inflação controlada e assegurando uma política fiscal responsável
- Manutenção do novo arcabouço fiscal, que controlou o crescimento das despesas sem prejudicar as políticas sociais e permitiu uma redução significativa do déficit primário
- Garantia da estabilidade e saúde do sistema financeiro nacional por meio do fortalecimento dos órgãos de regulação, fiscalização e controle
- Aprofundar o mercado de capitais doméstico – aprimorando o uso das debêntures de infraestrutura, dos fundos de investimento em participações e do mercado secundário de recebíveis – e ampliar a atuação de investidores institucionais como financiadores de longo prazo
- Monitoramento constante do endividamento das famílias e das empresas
- Continuidade dos fundos garantidores e controle de gastos excessivos em apostas online
- Aprimorar as regras de oferta e responsabilidade na concessão de crédito, protegendo os consumidores
- Fortalecer a neoindustrialização, com foco estratégico na inovação, IA, minerais críticos e outros ativos capazes de colocar o Brasil como protagonista em áreas portadoras de futuro
- Continuar integrando as políticas industrial, científica, tecnológica, de inovação e de comércio exterior, para: elevar a produtividade, agregar valor às cadeias produtivas, fortalecer a soberania tecnológica, gerar empregos qualificados e descarbonizar a economia
- Ampliar a produção local em cadeias produtivas estratégicas e fortalecer a inserção do Brasil nas tecnologias da Indústria 4.0
- Criação de uma política específica para minerais críticos e terras raras, organizando as cadeias produtivas para evitar a simples exportação de matérias-primas estratégicas
- Inserir o país de forma soberana nas cadeias globais de valor dos minerais críticos e terras raras
- Estimular as exportações industriais, ampliar a presença em novos mercados e mais concentrada em produtos com maior valor agregado
- Aprimorar continuamente os instrumentos de defesa comercial
- Transformar as riquezas da biodiversidade e a matriz energética limpa em vantagens competitivas
- Seguir com a transição justa para uma economia de baixo carbono com distribuição de renda e a justiça social
- Nova edição do Novo PAC com mais investimento em infraestrutura logística, dando sequência a obras públicas e concessões.
- Novas concessões rodoviárias e de ferrovias (leilão de novos projetos e repactuação dos contratos existentes)
- Aeroportos: continuidade dos investimentos em aeroportos regionais e incentivo a novas rotas aéreas
- Portos: prosseguimento à política de novos arrendamentos, bem como aos processos de concessão da manutenção dos canais de acesso e outros serviços portuários
- Soberania digital para que o Brasil e os brasileiros tenham capacidade de desenvolver, operar, regular e governar tecnologias estratégicas e as infraestruturas críticas
- Assegurar um ambiente digital submetido às leis brasileiras, protegendo os direitos fundamentais e o interesse público
- Desenvolver destinos turísticos assentados na riqueza natural e diversidade cultural
- Criar e promover novos roteiros turísticos baseados em temas como gastronomia, arte, cultura e ecoturismo
- Promoção internacional do Brasil no exterior


