19 de outubro de 2018

Nesta quinta-feira (18/10) o jornal Folha de S.Paulo noticiou mais um crime eleitoral envolvendo a campanha de Bolsonaro. A manchete “Empresários bancam campanha contra o PT pelo WhatsApp” responde à indagação que Fernando Haddad vem fazendo há dias sobre quem seria o financiador dessa verdadeira usina de boatos.

Jair (Covarde) Bolsonaro finge pegar em armas para dizer que vai “metralhar petralha”, mas não pode ouvir a palavra “debate” que já corre para se esconder atrás de atestados médicos. Com a desculpa de que estava impedido por ordens médicas de participar de debates com seu oponente, Fernando Haddad, Bolsonaro não parece estar enfraquecido ou querendo evitar estresse quando visita órgãos públicos para fazer campanha, ou para dar entrevistas à televisão. Após a liberação pública dos médicos, Bolsonaro admitiu que não irá a nenhum debate do segundo turno por “estratégia política”.

Em vez de enfrentar corajosamente o embate de propostas nos debates, Bolsonaro prefere ameaçar seus adversários e fazer agenda de campanhas na sede do Batalhão do Bope e da PF e cometer crimes eleitorais. Será que Jair não sabia que pedir voto dentro de prédio público é crime?

Jair, o covarde, parece não estar disposto mesmo a enfrentar o debate porque são tem propostas para o país além de violência e mentiras. A máquina de fake news contra Haddad, financiada não se sabe por quem e que beneficia Bolsonaro, tem sido um de seus esconderijos.

Além de não ter o menor respeito pelo povo brasileiro, se isentando de debater o futuro do País, Bolsonaro ainda se apoia em quem também comete crimes, como o dono da rede de lojas Havan, que coagiu seus funcionários a votar em Bolsonaro e já está sendo investigado pelo Ministério Público do Trabalho.