Chapa de Lula em São Paulo se une em defesa do Brasil e no combate ao retrocesso
Em ato em São José do Rio Preto (SP), Alckmin, Haddad, Simone e Marina fazem coro em defesa da democracia, dos avanços sociais e da soberania nacional
O ato do presidente Lula em São José do Rio Preto (SP), neste sábado (5), consolidou a unidade de uma frente política em defesa da democracia, da soberania nacional e da reconstrução de São Paulo. Ao lado de Lula, o vice-presidente Geraldo Alckmin, o candidato ao governo paulista Fernando Haddad e as candidatas ao Senado Simone Tebet e Marina Silva apresentaram resultados da atual gestão, denunciaram os retrocessos acumulados pelo antigo governo e defenderam a continuidade de um projeto capaz de recolocar o Brasil no caminho do desenvolvimento, da justiça social e da prosperidade.
RESULTADOS – Candidato a vice-presidente e ex-governador do estado, Alckmin mostrou como as políticas do governo Lula já se traduzem em investimentos e serviços para a região de São José do Rio Preto. Citou ações nas áreas da saúde, educação, renda e infraestrutura. Alckmin também mencionou a ampliação do Mais Médicos, com 16 novos profissionais para Rio Preto, a implantação de uma Unidade Básica de Saúde e o fortalecimento da parceria com santas casas e hospitais filantrópicos na cidade.
“O governo passado reduziu imposto de importação de jet ski e de arma de fogo. O governo do presidente Lula reduziu imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil”
Geraldo Alckmin
Na educação, contrapôs as políticas do atual governo às prioridades do governo anterior. “O governo do presidente Lula é creche, é Escola de Tempo Integral, Institutos Federais e universidade. É o presidente da Educação”, pontuou. “O governo passado reduziu imposto de importação de jet ski e de arma de fogo. O governo do presidente Lula reduziu imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil”, comparou.
SÃO PAULO – Fernando Haddad, candidato ao governo paulista, apresentou um diagnóstico da situação financeira e dos indicadores educacionais do estado e afirmou que sua candidatura tem como tarefa reconstruir áreas que, segundo ele, perderam desempenho nos últimos anos. “Nós vamos pegar o estado de São Paulo sem caixa e com déficit orçamentário. Isso que está acontecendo aqui não acontece há 30 anos”.
O candidato também comparou a evolução do ensino médio paulista entre diferentes gestões. A rede pública estadual, que ocupava a primeira colocação nacional em 2015, chegou à décima posição no governo atual. “Você precisa fazer muito esforço para conseguir um resultado tão medíocre quanto esse”, disse.
SOBERANIA – A defesa da soberania nacional e dos interesses brasileiros também marcou o ato. Para Simone Tebet, candidata ao senado em São Paulo, a eleição será uma oportunidade de definir quem terá condições de proteger trabalhadores, empresas e setores produtivos diante de interesses externos. “Quem defende o Brasil somos nós. Quem é patriota de verdade e tem no peito a camisa verde e amarela é o presidente Lula, que defende o trabalhador, que gera emprego aqui, que defende a indústria nacional, que defende o agro do Brasil contra os interesses estrangeiros”, ressaltou.
Simone também defendeu uma agenda voltada à melhoria das condições de vida das mulheres, incluindo medidas para mulheres que criam os filhos sozinhas, mães atípicas e a revisão da jornada de trabalho. “Nós estaremos lá para defender a democracia, para defender a soberania, para aprovarmos os projetos relevantes e fazer o Brasil continuar sendo essa potência”.
DEMOCRACIA E PROSPERIDADE – Marina Silva, também candidata ao senado em São Paulo, ampliou o debate para a defesa da democracia, da soberania e de um novo ciclo de desenvolvimento com redução das desigualdades. De acordo com ela, a frente política que se formou em 2022 para defender a democracia agora precisa incorporar a proteção da soberania brasileira diante de pressões externas e de grupos que atuam contra os interesses nacionais.
Marina defendeu a continuidade do projeto liderado por Lula e associou a disputa eleitoral à construção de um ciclo de prosperidade que alcance diferentes segmentos da população. “Um ciclo de prosperidade que não deixa ninguém para trás:as mulheres, os pretos, a população LGBTQIA+. Um ciclo de prosperidade que junte trabalhadores, empresários, mulheres, povo preto desse país”, disse.