29 de setembro de 2018
Foto: Ricardo Stuckert

A Educação foi uma das áreas prioritárias nos governos Lula e Dilma e isso se refletiu em cada um dos estados brasileiros. No Amazonas, não foi diferente: milhares de pessoas tiveram acesso a ensino de qualidade em todas as etapas, da creche à universidade.

Com Fernando Haddad como ministro da educação de Lula, foi criado o Prouni, que, só no estado nortista, possibilitou a 31,4 mil bolsistas cursarem uma universidade privada. Haddad também reformulou o FIES, permitindo que, só no Amazonas, 39,4 mil pessoas tivessem acesso a financiamento sem fiador, para conseguir pagar uma faculdade. Os governos petistas expandiram o acesso ao ensino universitário público com a criação de cinco novos campi.

Com isso, as matrículas em cursos superiores no estado quase triplicaram, passando de 57 mil, em 2002, para 159,1 mil, em 2015.

Nos ensinos técnico e profissional, foram 11 novas escolas técnicas. Esse número aumentou em quase quatro vezes desde que Lula assumiu a presidência, em 2002. Isso fez com que as matrículas na rede federal de ensino técnico quintuplicassem em 13 anos, passando de 6,6 mil para 34,8 mil. O Pronatec garantiu vagas para 176,1 mil jovens amazonenses.

No Amazonas, a educação básica também foi atendida. O número de matrículas em creches praticamente triplicou no estado: eram 8,7 mil, em 2002, e passaram para 24 mil, em 2015. O Caminho da Escola, criado com a finalidade de renovar e ampliar a frota de veículos escolares da rede pública, levou 416 ônibus e 100 bicicletas ao Amazonas.