28 de setembro de 2018

Assim como outros estados do Norte e do Nordeste brasileiros, o Pará também foi palco da transformação da vida de várias pessoas por meio da revolução na educação, promovida por Luiz Inácio Lula da Silva e por seu ministro Fernando Haddad.

As matrículas em cursos superiores no estado mais que triplicaram em 14 anos: de 61,2 mil, em 2002, passaram para 213,1 mil, em 2015. Nesse período, foram criados duas novas universidades e 18 novos campi, expandindo o acesso ao ensino universitário público e gratuito na região.

O Prouni possibilitou que 33,8 mil pessoas entrassem nas universidades pagas por meio de bolsas, enquanto outros 39,6 mil ingressaram em faculdades particulares graças ao FIES. Com o Ciência sem Fronteiras, 1,6 mil tiveram a chance de estudar fora do país.

E os investimentos não foram apenas no ensino superior. O número de matrículas na rede federal de ensino técnico cresceu mais de 8 vezes, passando de 5,26 mil, em 2002, para 45,35 mil, em 2015. Em 2002, existiam 7 escolas. Quatorze anos depois, havia 14 novas escolas técnicas no Pará. Com o Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego), foram realizadas 31,0 mil matrículas nesse período.

Na educação básica, os números também são surpreendentes. As matrículas em creches duplicaram no estado de 2012 a 2015: eram 28,6 mil e pularam para 58,16 mil. Boa parte desses índices se deve ao programa Proinfância, que contratou, em 14 anos, 481 creches e pré-escolas.

Até 2012, 14,8 mil alunos com deficiência foram matriculados em escola paraenses por meio do BPC na Escola. O programa visa garantir o acesso e a permanência na escola às crianças e aos adolescentes de 0 a 18 anos com deficiência, que recebem o Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social (BPC). O Mais Educação conseguiu a adesão de 4,5 mil escolas e o Caminho da Escola, criado com o objetivo de oferecer transporte escolar gratuito de qualidade para milhares de estudantes, distribuiu mil ônibus no Estado.