19 de setembro de 2014

Divulgada ontem (18), a Pesquisa Nacional de Amostras por
Domicílio (PNAD) mostrou que o Brasil continua a diminuir a desigualdade social
em vários aspectos.

Entre 2012 e 2013, a criação de empregos com carteira
assinada cresceu 3,6%. A diferença da renda entre os gêneros caiu: em 2012, as
mulheres recebiam 72,8% do que os homens ganhavam; no ano passado, essa
proporção aumentou para 73,7%. Nos últimos 10 anos, a renda dos trabalhadores
cresceu 43,8% acima da inflação. Só no último ano o aumento foi de 3,8%. O
índice Gini (medida da desigualdade de renda) caiu, indicando queda da
desigualdade no país. Passou de 0,495 para 0,496 (quanto mais próximo de 1,
menos desigual). 

O relatório confirma os dados positivos que os governos Lula
e Dilma conquistaram nos últimos 12 anos. São mais de 20,4 milhões de empregos
formais, aumento de mais de 72,75% no valor do salário mínimo (entre abril de
2002 a janeiro de 2014) e a ascensão de 48,7 milhões de pessoas às classes A, B
e C. Leia mais no capítulo de Emprego e Salário do Brasil da Mudança .

Os investimentos públicos per capita em políticas sociais
aumentaram em 80% entre 2003 e 2013. Também houve diminuição na desigualdade de
renda em regiões e grupos historicamente desfavorecidos. A renda per capita
mediana do Nordeste (72,8%) subiu mais do que a do Sudeste (45,8%), a renda nas
regiões rurais (85,5%) subiu mais do que nas metrópoles (40,5%), a renda dos
pretos (66,3%) e pardos (85,5%) subiu mais do que a dos brancos (47,6%), de
acordo com o Ipea.

Veja mais sobre a diminuição das desigualdades no site O Brasil da Mudança:

— Inclusão Social  

— Emprego e salário