27 de agosto de 2018
Foto: Ricardo Stuckert

Quando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciou sua gestão na presidência da República em janeiro de 2003, o Rio de Janeiro tinha 2.922.463 postos de trabalho. Em 2016, ano em que a presidenta Dilma Rousseff sofreu injustamente um processo de impeachment, esse número já havia saltado para 4.394.457 postos.

No total, os governos do PT criaram, no estado carioca, 1.471.994 vagas de trabalho com carteiras assinadas. Isso significa um aumento de 50.36% dos postos de trabalho formais de 2003 até março de 2016.

Passados pouco mais de dois anos do governo Michel Temer/PSDB, os dados referentes ao desemprego no Rio de Janeiro são alarmantes. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), atualmente há 1,3 milhão de pessoas desocupadas no estado (15,4% da população). Outros 101 mil perderam a esperança de encontrar emprego.

Na tentativa de recuperar os postos de trabalho perdidos, Temer e seus aliados mostraram mais uma vez que não têm um projeto para o desenvolvimento do país e, com a promessa de gerar milhões de empregos, sancionaram a “reforma” trabalhista. Além de não diminuir o desemprego, que hoje atinge 13 milhões de brasileiros, a “reforma” piorou as condições de trabalho.

Diferentemente dos que estão no comando do Brasil, Lula já mostrou que tem capacidade de sobra para gerar empregos de qualidade no país. Durante os governos do PT, 20 milhões de novas vagas foram criadas. Fernando Haddad, candidato a vice-presidente e porta-voz de Lula, disse recentemente no Maranhão que o ex-presidente é obcecado por geração de empregos e educação.

É exatamente por isso que uma das suas principais propostas é criar o Plano Emergencial de Emprego, retomando obras públicas inacabadas em todo o país como, por exemplo, as do Minha Casa Minha Vida, para gerar novas vagas de trabalho, elevando a renda, ampliando o crédito e, assim, aquecendo a economia e promovendo crescimento econômico com inclusão social.