20 de maio de 2022

Todo mundo está sentindo…. o alto preço dos combustíveis tem pesado no bolso dos brasileiros. Quem tem carro, sabe o quanto é doída a hora de passar no posto de gasolina, agora que o litro desse combustível já passa dos R$ 8 na maior parte do país. E quem não tem, sente o peso desses aumentos no preço dos alimentos, no frete, na inflação…


O pior de tudo é saber que os aumentos são constantes, tanto que até parece notícia repetida. E o governo abdica do seu papel em resolver essa situação junto à Petrobras. O alto preço dos combustíveis gera impacto negativo também no preço dos alimentos, dos fretes e da inflação, de modo geral, que corrói o poder de compra dos brasileiros.


Não é à toa que temos a terceira gasolina mais cara do mundo. Desde que Bolsonaro assumiu, a gasolina já subiu 157%, graças à política de dolarização adotada pela Petrobras: ganhamos em real e pagamos pela gasolina em dólar. Vale lembrar que, nos oito anos em que Lula foi presidente, com investimento e valorização da Petrobras, a gasolina subiu só R$0,43.


Quando Lula terminou o segundo mandato, em 2010, o valor da gasolina no Brasil era de R$ 2,59. Façamos as contas: como mostra o vídeo abaixo, R$ 50 valiam muito mais na hora de abastecer os veículos no governo Lula. Adotando o valor da gasolina no final de 2010, com R$ 50 era possível pagar por quase 20 litros de gasolina. Hoje, considerando o valor do litro a R$ 8, é possível comprar somente 6,25 litros, uma quantidade mais de 3 vezes menor do que no governo Lula.

Durante os governos de Lula e Dilma, o poder de compra do salário mínimo aumentava continuamente. Em setembro de 2015, um salário mínimo (R$ 788) comprava 240 litros de gasolina, a R$ 3,27. Em maio de 2022, o salário mínimo compra apenas 151 litros (considerando o preço de R$ 8), uma diferença de 89 litros a menos (quase 3 tanques de gasolina a mais).


O governo Bolsonaro tem custado muito caro aos brasileiros: além das perdas inestimáveis de direitos e garantias, é possível sentir esse peso diretamente no bolso ao pagar qualquer conta ou na hora de ir ao supermercado. Bolsonaro também custa caro com suas viagens, motociatas e gastos sigilosos no cartão corporativo (R$ 8,8 milhões somente em 2022). O descaso de seu governo custou mais de 600 mil vidas e ainda vitimiza muitas outras. Custa emprego, comida na mesa, qualidade de vida. Problemas urgentes que se somam ao valor altíssimo dos combustíveis. Bolsonaro tem custado muito caro ao Brasil e é chegada a hora de cortar essa despesa.

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