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Presidente Lula cumprimenta trabalhador num canteiro de obras, em meio a grandes tratores numa rodovia
Fotógrafo: Ricardo Stuckert

Economia • Agosto de 2026 • 4 min de leitura

Emprego e renda: com Lula, uma goleada de 7 x 0 nos principais indicadores

Menor desemprego da série histórica, maior renda média do trabalhador, 15 milhões de beneficiados pela isenção do IR, salário mínimo com ganho real. Com Lula, Brasil teve ganhos substanciais

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Uma goleada. Um 7 x 0. Com Lula, os principais  indicadores de emprego e renda dos trabalhadores e trabalhadoras brasileiros tiveram ganhos substanciais em relação à gestão anterior, de Jair Bolsonaro. 

DESEMPREGO – Ao longo dos quatro anos de mandato, a gestão do presidente Lula gerou mais de 10 milhões de empregos formais (entre janeiro de 2023 e junho de 2026) e chegou a mais de 100 milhões de brasileiros no mercado de trabalho (dados do IBGE de junho de 2026). Também registrou o menor percentual de desemprego da série histórica, com 5,4% (em junho último) – muito diferente da gestão anterior, quando o índice ficou em dois dígitos durante quase todo o período, com pico de 14%, o maior já registrado na série histórica.

RENDA MÉDIA – No governo Bolsonaro, caiu. No governo Lula, cresceu. Nos últimos quatro anos, a renda média dos trabalhadores saiu de R$ 3.310 (dezembro de 2022) para R$ 3.738 (junho de 2026), um aumento de R$ 428. Na gestão anterior, a renda média caiu R$ 33, passando de R$ 3.343 (dezembro de 2018) para R$ 3.310 (dezembro de 2022). Os dados são do IBGE.

IMPOSTO DE RENDA – A comparação com a gestão anterior mostra um dado ainda pior: nos anos Bolsonaro, não só a renda média caiu como não teve nenhum ajuste na tabela de isenção do Imposto de Renda. Na gestão do presidente Lula, a tabela do IR foi corrigida em todos os anos, com destaque para o cumprimento da promessa de isentar todos os trabalhadores que ganham até R$ 5 mil, com benefício direto para 15 milhões de brasileiros. Ao longo do mandato, cerca de 25 milhões de brasileiros foram beneficiados diretamente, seja pelo reajuste da tabela, pela isenção ou pelos descontos graduais.

SALÁRIO MÍNIMO – Outro indicador que contribui para a renda do trabalhador brasileiro e mudou substancialmente na gestão do presidente Lula foi o salário mínimo. O retorno da lei que garante ganho real anual, implementada por Lula, valorizou o salário mínimo durante todo o terceiro mandato. Nos quatro anos de Bolsonaro, o reajuste real do salário mínimo foi zero. Na gestão Lula, o salário mínimo saiu de R$ 1.212 (dezembro de 2022) para $ R$ 1.621 (dezembro de  2025), um ganho real de mais de 11% sobre a inflação do período.

INFLAÇÃO GERAL – A inflação durante toda a gestão do presidente Lula caminha para ter a menor média de um mandato de quatro anos na história do país. As projeções indicam que Lula terminará o terceiro mandato com um acumulado de 18,2% e uma média abaixo de 4,6%. No governo Bolsonaro, foram 26,9% de taxa total, com 6,16% de média. 

INFLAÇÃO DE ALIMENTOS – A inflação dos alimentos, um dos indicadores que mais impactam o bolso e o poder de compra dos brasileiros, melhorou substancialmente no governo Lula: ficou em 13,6% (até julho de 2026), taxa quase quatro vezes menor que os 56,1% dos anos Bolsonaro .

PODER DE COMPRA – Os dados da cesta básica também mostram como o poder de compra do brasileiro está melhor com Lula do que esteve com Bolsonaro. No governo Lula, a cesta básica em São Paulo aumentou R$ 124; no governo Bolsonaro, ficou R$ 320 mais cara. Ao mesmo tempo, o salário mínimo teve aumento real de R$ 409 nos últimos quatro anos, contra apenas R$ 258 na gestão anterior (só a reposição da inflação, sem qualquer ganho real).

PIB – O crescimento econômico do país também foi bem mais consistente nos últimos quatro anos. O Brasil voltou a crescer numa média próxima a 3% pela primeira vez desde o segundo mandato do presidente Lula, o dobro da gestão anterior, que teve média de 1,5%. Mesmo levando em conta o período da pandemia, o comparativo é desfavorável à gestão anterior. No ano de 2019, antes mesmo da Covid, o crescimento foi de 1,2%. 

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