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Frame de vídeo em que o presidente comenta sobre seu otimismo em relação à aprovação pelo Congresso do fim da taxa das blusinhas
Fotógrafo: Frame de vídeo

Economia • Agosto de 2026 • 2 min de leitura

Lula revela otimismo com aprovação da MP das blusinhas: questão de justiça

Medida Provisória foi enviada em maio pelo Governo Lula ao parlamento e aguarda aprovação do legislativo

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Em vídeo postado em suas redes sociais no início da noite desta terça, 18 de agosto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou otimismo em relação à aprovação pelo Congresso Nacional da Medida Provisória que acaba com os impostos federais sobre a chamada taxa das blusinhas, as compras de até US$ 50 feitas pela internet. O texto foi enviado pelo Governo Lula ao parlamento em maio e está em vigor, mas para não perder a validade precisa ser votado pelo legislativo até o início de setembro.

“Eu estou muito otimista com a aprovação da Medida Provisória que mandei para acabar com a taxação das blusinhas, o apelido que ganhou aquela compra de até 50 dólares pela internet. Eu não sei por que algumas pessoas estão incomodadas, achando que isto prejudica o comércio. Se você entrar numa loja qualquer, vai ver que as roupas vêm, sabe, de Bangladesh, do Vietnã, da China. Eu estou convencido de que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o presidente da Câmara, Hugo Motta, vão votar e a gente vai aprovar o fim da taxação das blusinhas”, afirmou o presidente.

Para Lula, o fim da taxação é uma questão de justiça. Ela argumentou que a classe média e alta viaja para fora do país e pode gastar até US$ 2 mil sem pagar taxas, levando em conta a cota pessoal de US$ 1 mil e os outros US$ 1 mil que podem ser utilizados em free shops. “Por que uma pessoa da periferia, uma mulher, uma jovem, um menino, compra um negócio de 50 dólares e querem taxar ele?”, argumentou. “É apenas uma questão de justiça e eu tenho certeza de que, se tratando de justiça, o Senado e a Câmara vão votar para que o povo brasileiro possa comprar as coisas que eles precisam sem ninguém perturbá-los”.

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