26 de setembro de 2018

Durante debate no SBT entre os presidenciáveis, nesta quarta-feira (26/9), Fernando Haddad (PT) falou sobre a abertura das portas das universidades para 2 milhões de jovens por meio do ProUni e para outros 2,7 milhões através do Fies, nos governos do PT. “Fui ministro da Educação do Lula por quase sete anos e abri as portas das universidades para milhões de estudantes com o ProUni, o Fies e um governo baseado em políticas de inclusão”.

Nas gestões petistas foram criados 173 câmpus, 18 universidades e centenas de unidades dos Institutos Federais de Educação. As matrículas na educação superior saltaram de 3,4 milhões, em 2002, para 8,1 milhão, em 2015.

Haddad explicou a importância de investir no ensino médio que, em seu governo, será tratado como prioridade, levando a mesma qualidade dos Institutos Federais para todas as escolas.

O programa Ensino Médio Federal, entre outras ações, prevê maior integração entre a Rede Federal de Educação e a educação básica; a ampliação de vagas; o fortalecimento dos campi e a interiorização dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, de modo a propiciar maior acesso e mais oportunidades às juventudes, sobretudo àqueles que vivem em regiões mais vulneráveis e com maiores índices de violência; além de convênio com os Estados e o DF para que o governo federal amplie sua participação na gestão das escolas situadas em regiões de alta vulnerabilidade.

Também, no âmbito do Ensino Médio Federal, o próximo mandato do PT vai criar um programa de bolsa permanência para os jovens em situação de pobreza, para combater a evasão e melhorar o rendimento escola. Outra medida fundamental será a implementação da Prova Nacional para Ingresso na Carreira Docente para subsidiar Estados, DF e Municípios na realização de concursos públicos para a contratação de professores para a educação básica. A prova será realizada anualmente, de forma descentralizada em todo o país, para o ingresso dos candidatos na carreira docente das redes públicas de educação básica. Cada ente federativo poderá decidir pela adesão e pela forma de utilização dos resultados. Além disso, haverá forte investimento na formação de gestores escolares e na qualificação da gestão pedagógica.

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