O público inscrito no Cadastro Único de programas sociais do Governo Federal ocupou 94,7% do saldo das vagas formais de emprego geradas no Brasil entre janeiro e maio de 2026. Foram 767 mil pessoas no registro do Governo Federal para as famílias de mais baixa renda que conquistaram trabalho com carteira assinada.
Dessas inscritas no CadÚnico, 541 mil são beneficiárias do Bolsa Família, o que reforça o papel do programa como ponte para a inclusão produtiva e desmente a fake news de que beneficiários do programa de transferência de renda não buscam o mercado de trabalho. Elas representam 70,5% do saldo total do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) no período.
Considerando o saldo total de empregos no país, foram 767,32 mil novos postos de trabalho ocupados, decorrente de 11,71 milhões de admissões e 10.94 milhões de desligamentos. As mulheres responderam por 54,5% deste saldo. Já no público do Cadastro Único, a participação feminina ficou em 53,8%.
O Sul e Sudeste foram as regiões que mais empregaram pessoas do Cadastro Único no período, enquanto a Bahia desponta como o maior empregador desse público no Nordeste.
O Cadastro Único conta com 42,9 milhões de famílias inscritas, ou o equivalente a 97,1 milhões de pessoas. Ele é o registro que permite ao Governo Federal mapear e identificar as necessidades das famílias com menor renda no país.
Com isso, elas podem ter acesso aos programas e políticas públicas destinadas ao desenvolvimento socioeconômico. A base de dados também é usada por estados e municípios para iniciativas locais.
EVOLUÇÃO – Os dados de emprego do período de 2023 a 2025 apontam que o mercado de trabalho formal apresentou crescimento em todo o país ao longo destes três anos de mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Todas as 27 Unidades da Federação registraram saldos positivos na geração de empregos com carteira assinada.


